Por dentro da mente: Transtornos Alimentares

Hoje eu quero muito compartilhar com vocês esse texto escrito pela psicóloga Sarah Silva, que inclusive é nossa parceira no Grupo de Emagrecimento. Ela vai falar sobre um grupo de doenças muito sérias e que causam a morte de muitas mulheres. Com essa matéria estamos estreando o "Por dentro da mente", onde sempre teremos algum assunto voltado para a parte psicológica do cuidado com a saúde; precisamos cuidar da nossa mente! Ela escreveu essa matérias especialmente para o blog, mas vocês podem acompanhá-la no facebook também =) Então, vamos lá:


Os Transtornos Alimentares referem-se a perturbações no comportamento alimentar, podendo gerar perda ou ganho de peso de forma acelerada, sendo mais comuns do que se imagina. Baixa auto-estima, estresse, perfeccionismos, cobrança demasiada, pressão cultural para a forma corporal magra e dificuldades nas relações interpessoais se conjugam, corroborando, em muitos casos, para a instalação e manutenção de comorbidades.


Nem sempre casos de Transtornos Alimentares ganham grande repercussão e são tratados, principalmente se tratando de casos em que a pessoa emagrece, o que geralmente é visto como algo desejável. Nesse caso, vale a pena se atentar a forma com que isso se dá. Um emagrecimento gerado por situações estressoras não pode ser saudável. Há outras formas de fazê-lo, devendo na medida do possível contar com apoio profissional para que não haja prejuízo para a saúde. O pensamento de um indivíduo sobre si e sobre o outro também está intimamente ligado a casos de distúrbios alimentares, podendo agravá-los na medida em que não forem externalizados e mediados pela palavra.


No caso da compulsão alimentar, o alimento ganha novo significado na medida em que, associado a emoções, é utilizado como válvula de escape e acalento. Mesmo após pratos cheios de comida a questão real apenas se manteve encoberta, podendo gerar danos mais graves a saúde. Para tanto, o acompanhamento psicológico se faz necessário para que estratégias sejam criadas, fazendo com que o problema real apareça e possa ser tratado, gerando saúde para o corpo e para a mente.


Um exercício breve: Permita-se sentir diferentes emoções e dar espaço a elas. A tristeza não precisa ser sinônimo de chocolate.

Psicóloga Sarah Silva

sarah.psicoclinica@gmail.com

www.facebook.com/psi.sarahsilva

#saúde #doença #psicologia #transtornosalimentares

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